8 de mai de 2015

LEI TRANSGENICOS

Bom dia!!

Antes de começar o assunto desta semana, quer perguntar para vocês se sabem o que este símbolo quer dizer? Ou melhor, já viram ele estampado em alguma embalagem?

 

Pois é, a maioria não sabe e este é o assunto de hoje: transgênicos! Resolvi abordar este assunto, depois que a Câmara dos Deputados aprovou dia 28 de abril o projeto que acaba com a exigência de afixar o símbolo de transgenia nos rótulos de produtos geneticamente modificados (OGM) destinados a consumo humano. O texto modifica a Lei 11.105/2005 que determinava a obrigação da informação em todos os produtos destinados a consumo humano que contivessem ou fossem produzidos com OGM (organismos geneticamente modificados) ou derivados, por exemplo, milho, soja, arroz, óleo de soja e fubá. De acordo com o projeto, o aviso aos consumidores somente será obrigatório nas embalagens dos alimentos que apresentarem presença de organismos transgênicos “superior a 1% de sua composição final, detectada em análise especifica”.

Mas afinal, o que é um transgênico?
Por definição, transgênico é um ser vivo que recebeu um gene de outra espécie animal ou vegetal. O gene inserido pode vir de outra planta ou mesmo de outra espécie completamente diferente. A planta resultante dessa inserção passa a ser denominada "geneticamente modificada", ainda que todas as culturas sejam modificadas geneticamente a partir de seu estado silvestre original: por domesticação, seleção ou cruzamentos controlados por grandes períodos de tempo.O grande salto da engenharia genética (que possibilitou o aparecimento dos transgênicos) começou no final da década de 70 com a manipulação do código genético, que permite a indução de uma célula a realizar uma função para a qual ela não estava programada.

Prós e contras
Na discussão entre os cientistas, principais defensores dos transgênicos, e as organizações de defesa do meio ambiente, são levantados alguns pontos que ainda não possuem um resultado científico conclusivo. Alguns países, como o Japão, rejeitam fortemente a entrada desses alimentos, enquanto que outros países asiáticos, norte e sul-americanos permitem a comercialização destes. Seguem alguns deles:
  • Prós
Pelo que se conhece até aqui, a favor dos transgênicos, pesa a melhor adaptação às mais diferentes características de solo e variação de temperaturas. Ou seja, as culturas geneticamente modificadas são mais resistentes que as tradicionais. Como resultado, a agricultura poderia aumentar a produção a custos menores. Aliado à isto, o uso de herbicidas, inseticidas e outros agrotóxicos pode diminuir com o uso dos transgênicos, já que eles tornam possível o uso de produtos químicos corretos para o problema.
  • Contra
Ainda sem estudos conclusivos quanto aos riscos à saúde e ao meio-ambiente, pesa contra os transgênicos a possibilidade de se plantarem grandes áreas de monocultura, com poucas variedades da mesma espécie. Também acredita-se que junto com as pragas e ervas daninhas que buscam eliminar,os transgênicos possam prejudicar populações benéficas à agricultura, como animais e outras plantas. Outra preocupação manifestada é em relação à utilização de plantas transgênicas prende-se com a possível polinização cruzada entre estas espécies com as existentes na natureza ou com culturas não modificadas. Por último, existem várias informações contraditórias lançadas (ou a falta delas) de diversos setores quanto aos potenciais danos que os organismos transgênicos possam provocar nos seus consumidores.

Resumindo, sem querer causar polêmica, existe uma completa falta de informação em relação a este assunto e, sejamos francas, o ser humano (estou falando principalmente de nós qui no Brasil) tem um problema sério de planejamento a longos prazos e, para mim, é evidente que os danos deste tipo de cultura não serão evidentes para a nossa geração!

Portanto, mais uma vez fique atenta ao que seus pequenos e toda a sua família estão consumindo! É aquilo que estamos cansadas de ouvir: quanto menos industrializado um alimento melhor!

Bom findi para vocês!!!



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