19 de set de 2014

SAL NA ALIMENTAÇÃO (PARTE II)

Olá leitoras...

Hoje vou continuar o assunto da semana passada... excesso de sal na alimentação, sendo que já falamos da preocupação que tem se tornado por parte dos governos, as quantidades recomendadas, etc... 

Primeiramente gostaria de, novamente, enfatizar de onde vem esse consumo excessivo: segundo o Ministério da Saúde, isso se deve principalmente ao consumo de alimentos industrializados e também à adição de sal durante o cozimento ou à mesa e, entre as categorias de alimentos, destacadas pelo  mesmo, que participam da ingestão diária de sódio na população brasileira estão:


Ou seja, é você que escolhe o que esta ingerindo e também é capaz de mudar caso nao esteja fazendo da maneira mais adequada! Assim, também separei dicas superinteressantes para não exagerar na quantidade de sal e até diminuir o consumo... espero que gostem:
  1. Nas primeiras sopas e papinhas, você não precisa colocar sal, porque o paladar do bebê é melhor para os alimentos adocicados, como cenoura, beterraba e mandioquinha. Na papinha de legumes natural, se quiser, use caldo de carne ou de frango caseiro, e não há necessidade de adicionar mais sal. 
  2. Saiba que caldos industrializados (em pó, cubo ou lata) têm quantidades exageradas de sal e não devem ser utilizados. 
  3. Desconfie da quantidade de sal se, após a refeição, o seu filho reclamar de sede, mesmo depois de beber água. 
  4. Elimine o sal de mesa. Isso evita que os parentes que fazem as refeições a mesa com seu filho diminuam ou eliminem o hábito de adicionar sal no alimento já preparado. Lembre-se que a criança forma os hábitos alimentares através da observação do comportamento familiar. 
  5. Experimente temperos naturais como: alho, cebola, orégano, cheiro verde, manjericão, louro, alecrim e muitas outras. As ervas frescas e secas conferem sabor especial aos pratos e muitas vezes o sal pode ser eliminado da preparação. 
  6. Compre esporadicamente alimentos industrializados. Isso vale tanto para o salgadinho de pacote quanto para a sopa pronta, temperos concentrados, enlatados, macarrão instantâneo, embutidos, sucos de caixinha, refrigerantes, congelados, biscoitos doces e muitos outros. Além do alto teor de sódio, eles geralmente também são ricos em açúcares, gordura saturada e gordura trans. 
  7. Incentive o consumo de frutas e verduras ao invés de alimentos industrializados e em conserva.
  8. Sempre observe o rótulo dos alimentos. A quantidade de sódio pode variar significativamente de uma marca para outra, assim compare entre produtos da mesma categoria a quantidade de sódio e escolher aqueles que têm menor teor de sódio.
  9. Fique longe de produtos que contenham mais de 200 mg por porção.

Última informação que achei super interessante e, provavelmente, vai ser tema daqui a algumas semanas: não é somente a hipertensão infantil que preocupa tanto os pediatras e que os pais precisam estar atentos nos dias de hoje, mas também a obesidade. E uma maneira importante de reduzir a obesidade infantil é limitar a ingestão de sal. De acordo com um estudo publicado na revista Pediatrics, em janeiro deste ano, as crianças que ingerem maior quantidade de sal também consomem mais bebidas açucaradas (Fonte: http://pediatrics.aappublications.org/content/early/2012/12/05/peds.2012-1628.abstract). 


O que acharam? Espero que tenham gostado!!


2 comentários:

  1. Adoro esse seu quadro de dicas amiga. Muito úteis!

    beijos
    http://meus-sonhos-meus-pesadelos.blogspot.com.br/

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  2. Que ótimo....agradeçemos muito!
    Beijao

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